/** PIXELS **/ /** PIXELS **/ Seis membros do PCC que mataram PM em MS são condenados a 208 anos - Portal Água Clara
[PLANTÃO DE NOTÍCIAS]
banner
CLIQUE PARA FECHAR
Água Clara/MS . 23 de Maio de 2019
notícias : Notícias

15/05/2018 as 10h49 / Por (Campo Grande News)

Seis membros do PCC que mataram PM em MS são condenados a 208 anos

Imprimir
- Sessão do júri realizada nesta quarta-feira (09). (Foto: André Barbosa/JPNews)
- Ocultar Galeria

A segunda fase do julgamento de 17 réus pela morte de um policial militar aposentado, que foi desmembrado em quatro por causa da quantidade de envolvidos, aconteceu nesta segunda-feira (14), e mais três foram condenados. Somadas ao primeiro júri, as penas já chegam a 208 anos de prisão.

O primeiro júri ocorreu no dia 9 de maio, quando Cléverson Messias Pereira dos Santos, Maicon Gomes de Souza e Marcos Barbosa, foram condenados a um total de 63 anos de cadeia. A pena mais extensa foi de Cléverson: 39 anos e 5 meses; Maicon recebeu pena de 26 anos e 4 meses, e Marcos, 7 anos e 3 meses. Este último foi o único que teve desqualificada a acusação de homicídio qualificado.

No júri desta segunda-feira (14), João Carlos Olegário da Silva foi condenado a 34 anos, Jorge Aparecido dos Santos a 51 anos e Jair da Costa Silva a 50 anos de prisão. As penas somadas, agora, chegam a 135 de prisão. Com as sentenças da primeira fase já são 208.

O próximo júri está marcado para o dia 23 de maio e o último no dia 30 de maio.

Na última quarta-feira (9) durante o primeiro júri, o 2º Comando da Polícia Militar realizou um esquema especial de segurança dentro e fora da Comarca. Inclusive, um helicóptero do Comando Geral de Campo Grande, auxilia no monitoramento.

 
Na época da prisão,Garras identificou e prendeu 10 dos 21 integrantes da facção envolvidos na morte do policial. (Foto: Marcos Ermínio)Na época da prisão,Garras identificou e prendeu 10 dos 21 integrantes da facção envolvidos na morte do policial. (Foto: Marcos Ermínio)
 
Da direita para a esquerda, os quatro que executaram o PM na noite do dia 6. (Foto: Marcos Ermínio)Da direita para a esquerda, os quatro que executaram o PM na noite do dia 6. (Foto: Marcos Ermínio)
 

Entenda o caso - Na época, a facção criminosa resistiu, no primeiro momento, a ordem do comando para executar um policial militar em Mato Grosso do Sul. O grupo criminoso temia prejuízos nos "negócios". A ordem para a execução, segundo a Polícia Civil, veio do comando dos estados de São Paulo e Paraná e foram repassadas ao grupo pelo presidiário da Máxima, Marcos Barbosa, 36 anos conhecido como ‘Pinduca’. “Era uma determinação vinda de outros estados para demonstrar a força da facção”, relata o delegado.

Antes da execução, quatro dos integrantes envolvidos diretamente trabalharam levantando a rotina de Otacílio, logística e rotas para a fuga depois dos tiros. Maicon Gomes de Souza, 21 anos, conhecido como Grego foi quem dirigiu o veículo na noite do crime.

As investigações apontaram que João Carlos Olegáro da Silva, conhecido como “Ak”, 19 anos, Jair Costa da Silva, com apelido de Perturbado, 32 anos e Cleverson Messias Pereira dos Santos, chamado de Cabelo, 33 anos, foram os que de fato atiraram em Otacílio.

Cleverson era o sobrinho da vítima e quem indicou o tio como alvo foi Jair, que é considerado o mandante da quadrilha, com ligação direta a facção criminosa e com ascensão hierárquica sobre os demais. Para a Polícia ele negou ser integrante da facção e disse apenas ser “primo leal”, que é alguém que concorda com as ações, mas não é considerado membro. No entanto, as investigações confirmaram o envolvimento dele.

As prisões começaram no dia 7 de março de 2013, logo depois do crime e seguiram com a ajuda da Polícia de São Paulo. Parte dos envolvidos foi presa em Três Lagoas, Presidente Prudente, Castilho e Jales, no interior do estado paulista.

Os outros seis integrantes participaram das reuniões onde foi decidida a execução. Fernando Rodrigues Monteiro, com apelido de da Leste, 21 anos, Jonathan dos Santos Avelino, 22 anos, conhecido como Terrorista, Douglas dos Santos Almeida, o Dodo, de 21 anos, Luiz Felipe Miranda Rios Saito, com apelido de Jamaica, 20 anos, Fabrício da Silva Almerindo dos Santos, 20 anos, chamado de do Nike e Thiago Cintas Bertalia, o Gianechini, de 29 anos.

Polícia Militar montou forte esquema de segurança. (Fotos: Ricardo Ojeda/Perfil News)Polícia Militar montou forte esquema de segurança. (Fotos: Ricardo Ojeda/Perfil News)
COMENTÁRIOS
VEJA TAMBÉM
Mais de 200 mil trabalhadores tem direito ao abono salarial em MS
Maiores de 14 poderão praticar tiro com autorização dos dois pais
Novo decreto garante posse de fuzil para donos de imóvel rural
Homem é preso com R$ 9 mil em notas falsas no interior de MS
© Copyright 2012 . Portal Água Clara